Preparativos. O mesmo de sempre.

quarta-feira, setembro 07, 2011

quaaaseeeeeee, quase...
As boxers foram estratégicamente colocadas em primeiro plano, numa tentativa desesperada de cativar leitoras...
Os preparativos são quase sempre o mais complicado.

Levar isto que pode ser preciso, aquilo que pode dar jeito... O problema é que, se em motociclo o espaço já é um ponto a ter em conta, numa bicicleta muito mais! E o peso passa a ser também uma questão sensível. Se eu puxo mais ou menos bem os meus 85 quilogramas de boa vida e muitos petiscos, todos os quilogramas a mais de carga, exigem um esforço extra que pode ser decisivo. Acho eu... Nunca fiz isto antes.

Depois correr para comprar as coisas de última hora. Que já se devia ter comprado, mas... Aproveitar as promoções, comprar o que é acessório e o que é mesmo imprescindível. Tentar fechar os olhos e ver se...

O resto é aquela sensação de que me esqueço sempre de alguma coisa importante, que aquela coisa que não levamos nos vais fazer muita falta, que algo pode correr mal e mais vale a mais que a menos. Mas isto já aprendemos com as motos. Mais vale à conta do que a mais e se faltar, desenrasca-se sempre!

Agora é só o sentimento da aventura. Do desconhecido. Das muitas coisas que se leêm e das poucas que se sabem. Do que se imagina e do que se irá passar. Do que se espera encontrar. Ver. Passar. Aprender. Do que se vai trazer. Do nervoso miudinho que isso gera. Da mente a voar para longe daqui...

Da hora de partir que nunca mais chega!

De... como serão as bicicletas que vamos encontrar.

Um pouco de história...

terça-feira, setembro 06, 2011



Os primeiros habitantes que se conhecem no território da Albânia são os ilírios, um povo indo-europeu que habitou a área correspondente ao norte e centro da Albânia. Na parte mais ocidental do território da Albânia viveram os brígios, um povo frígio, e no sul estavam os gregos caonianos.

No começo do século VII a.C., as colónias gregas estabeleceram-se na costa ilíria. As mais importantes foram os apolónios, avlónios, epidamnos e lissus. A redescoberta da cidade grega de Buthrotum (hoje Butrint), um património mundial da humanidade da UNESCO, é provavelmente mais significante hoje que quando Júlio César a utilizou como depósito de abastecimento de suas tropas durante suas campanhas no século I a.C. Ao mesmo tempo, foi considerada um posto fronteiriço sem importância, obscurecido pelos apolónios e epidamnos.

No século IV a.C., o rei ilírio Bardyllis uniu várias tribos ilírias e engajou um conflito com os macedônios no sudoeste, mas foi derrotado. Bardyllis foi sucedido por Grabos, depois por Bardyllis II, e depois por Cleitus o Ilírio, que foi derrotado por Alexandre, o Grande. Depois, em 229 a.C., a rainha Teuta de Ardiaei entrou em conflito com os romanos e iniciou as guerras ilírias que resultaram em derrota e no fim da independência ilíria em 168 a.C, quando o rei Gentius foi derrotado pelo exército romano.

As terras que compreendem a Albânia atual foram incorporadas pelo Império Romano como parte da província dos ilírios até acima do rio Drin e a Macedónia romana (especificamente como Epirus Nova). Os ilíricos foram depois divididos nas porvíncias de Dalmatia e Pannonia.

A Albânia foi o local de diversas colónias gregas e mais tarde fez parte da província romana de Ilíria (em latim: Illyricum). Depois de ter sido conquistada por um conjunto variado de nações, foi absorvida pelo Império Otomano em 1478.

Após a primeira guerra balcânica, a Albânia declarou a independência do Império Otomano (1912), mas o país permaneceu instável. Foi ocupada pela Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Quando os italianos saíram, a resistência Estalinista liderada por Enver Hoxha tomou o poder.

Até 1990, cinco anos após a morte de Hoxha, a Albânia foi um estado isolado quer do ocidente quer dos outros estados situados do outro lado da Guerra Fria, como a União Soviética e a China. Actualmente, está a ser construída no país uma democracia de tipo ocidental.

O país sofre de alguns problemas económicos e tem problemas com o crime organizado e com os refugiados do Kosovo.

E é para aqui que nós vamos desta vez.

E agora de bicicleta!